O RDC Esporte desta segunda-feira contou com a presença do zagueiro Léo, ex-jogador do Grêmio. Atualmente na Chapecoense, o atleta irá enfrentar mais uma vez o seu clube formador na noite desta terça-feira (26), às 18h30min, quando as equipes se enfrentam pela 21ª rodada da Série B.

Presente na equipe desde a infância, Léo comentou sobre o sentimento relativo ao Grêmio. O jogador chegou a ficar quase dez anos no clube, quatro deles no profissional, até ser negociado para o Palmeiras. “Fui criado debaixo da arquibancada, no famoso Carandiru. O Grêmio significa muita coisa, muito sentimento. Vivenciei muitas coisas debaixo da arquibancada, muitas vezes Natal e até Ano Novo no Olímpico, naquela vivência de moleque. São muitos filmes que passam na minha cabeça quando vou para Porto Alegre. O Grêmio sempre foi um clube que tenho muita gratidão, um sentimento muito legal de receptividade da torcida, que me recebe sempre muito bem.” comentou a respeito da relação com o Tricolor.

Na Chapecoense desde o início da atual temporada, o zagueiro também chegou a disputar a Série B pelo Cruzeiro e falou sobre as peculiaridades da divisão, além das expectativas pelo momento da Chape: “O que a gente espera é um equilíbrio de pontuar num campeonato tão competitivo. É algo de suma importância ter uma sequência de dois três jogos com resultados, dá uma confiança a mais na equipe durante a competição. Essa sequência é o que a gente espera, almeja e vem buscando. Temos a melhor campanha fora de casa, enquanto dentro de casa a gente vem tropeçando, empatando jogos, o que acaba nos prejudicando bastante.”

A campanha da Chape como mandante de fato desaponta. Com apenas uma vitória em nove jogos, a pior entre os mandantes da competição, o time não tem conseguido resultados na Arena Condá. Ao ser questionado a respeito dos fatores que poderiam estar prejudicando a equipe em casa, Léo comentou: “Fora de casa, temos marcação e um equilíbrio defensivo muito bom. Temos que encontrar isso em casa, já que como mandante a gente sai um pouco mais para propor e tentar criar oportunidades. A gente acaba nos precipitando, tendo um pouco de pressa e imaturidade em algumas tomadas de decisões.”

Compartilhe essa notícia: