Bugin assumirá o cargo de presidente do CD do Grêmio no ano de 2023. Foto: RDC Esporte/Reprodução

Na noite desta segunda-feira (17), o auditório da Arena contou com a votação presencial para presidência do Conselho Deliberativo do Grêmio. Com 180 votos, representando 56,60% dos conselheiros, a Chapa dois foi vencedora elegendo Alexandre Bugin como presidente e Roger Fischer como vice-presidente.

O novo presidente do CD do Grêmio, Alexandre Bugin, concedeu entrevista ao RDC Esporte desta terça-feira (18). Além de definir as prioridades do conselho, Bugin destaca a experiência dos conselheiros e considera a análise de SAF para o clube.

Confira os principais trechos da entrevista:

Diferença de cargo e experiência de Bugin

“De vice passo a ser presidente do conselho, mas os desafios e tarefas são os mesmos. Iniciando o mandato como presidente, estamos incluindo uma renovação no conselho com 105 novos conselheiros, representando um processo de renovação do clube, a pedido da torcida. A minha experiência, tivemos períodos de glórias e tivemos períodos de crise. Isso serve como experiências importantes na questão de aprendizado, na temporada anterior tiveram muitas angústias dentro do conselho”. 

Perfil de trabalho da alinhado com Roger Fischer

“O Roger Fischer, vice-presidente eleito comigo, tem um perfil muito parecido com o meu, sendo que a especialização dele é a parte jurídica, é um perfil que estava buscando para a parceria nos três próximos anos. Ele é jovem, um novo conselheiro, e está com muita vontade de contribuir com o clube. Um gremista que está no clube a muitos anos, como sócio, e agora está com uma tarefa de fazer trabalho e tenho certeza que irá fazer com excelência”. 

Prioridades do Conselho Deliberativo

“Diálogo muito próximo com a futura presidência do clube e planejamento de trabalho. Além de fiscalizar e fazer o trabalho legislativo do clube, temos que ter o papel de poder contribuir com a discussão aprofundando alguns temas aproveitando a experiência de conselheiros que têm expertise na área, de uma forma harmônica e dialogada com a gestão”.

SAF 

“Nós criamos uma comissão para fazer um estudo de conceitos e modelos, e quando ouvimos o nome SAF, pensamos na venda do clube, onde o torcedor fica sem a sensação de pertencimento ao clube, e na forma que somos torcedores do Grêmio, não existe essa possibilidade. A comissão fez cerca de cinco meses de estudos, conversando com atores realizando trabalhos neste sentido, e vimos que a forma que pode se trabalhar a parceria de investimentos, existem diversos modelos que vão ser discutidos no futuro, logo. Não podemos fugir dessa realidade, o futebol precisa ter um aporte de investimentos que não signifique a venda do clube. Vamos discutir isto certamente, temos um relatório muito profundo. Nenhuma iniciativa ainda foi tomada”. 

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