A chama crioula é o símbolo dos Festejos Farroupilhas. Representa a história, a tradição e a alma da sociedade gaúcha. Ela foi acesa pela primeira vez há 75 anos, no dia 07 de setembro com a extinção da pira da pátria, mantendo acesa até o dia 20 de setembro – as datas mais significativas para os gaúchos.

Cada piquete organiza dois guardiões para a chama.  Todos precisam ficar até 46 minutos na guarda. Os músicos, Jorceli Machado da Silva e Claudio Martins, já estão acostumados a serem guardiões. São mais de 20 anos mantendo intacto o fogo que os tradicionalistas consideram a alma do Acampamento Farroupilha.

“É uma honra para todo o tradicionalista, porque é uma centelha de tantas lutas, de tantas batalhas, que lavraram a nossa história. É uma emoção indescritível para nós gaúchos”, afirma Claudio Martins .

“Um grande prazer, uma satisfação de fazer a ronda da chama que é uma coisa que nunca pode morrer, e todos os anos a gente representa a nossa entidade tradicionalista e a nossa querência imensa que é o Rio Grande do Sul”, finaliza Jorceli Machado da Silva

 

 

Compartilhe essa notícia: