Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A campanha do candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL), denunciou que está sendo “censurada” por rádios pelo país. Na noite de ontem (25), foi realizada uma coletiva de imprensa em um púlpito montado em frente ao Palácio da Alvorada. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, e o coordenador de comunicação da campanha, Fabio Wajngarten, alegaram que emissoras de rádio deixaram de veicular 154.085 inserções de Bolsonaro no segundo turno.

Uma hora depois da entrevista, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, classificou a denúncia como inconsistente, disse que o relatório apresentado à Corte era “apócrifo” e pediu provas. “Os fatos narrados não foram acompanhados de qualquer prova e/ou documentos sério, limitando-se a juntar um suposto e apócrifo relatório de veiculações de rádio”, escreveu Moraes.

O comitê do presidente pediu ao TSE a suspensão da propaganda de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas rádios do país e apuração da denúncia para que seja instalado um processo administrativo, alegando um favorecimento ao ex-presidente, principalmente na região nordeste. O ministro Alexandre Moraes analisou o pedido e deu 24 horas para Bolsonaro apresentar provas do que alega. O relatório da campanha de Bolsonaro abrange o período de 7 a 14 de outubro.

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