Foto: Celso Bender/ALRS

A manhã foi marcada por uma manifestação na Assembleia Legislativa. Servidores da educação, da saúde e do IPÊ-Saúde fizeram um protesto durante a reunião ordinária da Comissão de Segurança, Serviços Públicos e Modernização do Estado desta quinta-feira (11).

Os trabalhadores reclamaram da defasagem salarial, com perda que chegam a 56% para os servidores da educação. Já na saúde, servidores relataram que o vencimento básico é menor do que o salário mínimo, tendo que ser complementado com uma parcela autônoma pelo governo do Estado.

Na mesma linha, os servidores do IPE-Saúde pedem uma correção de uma distorção que aconteceu por conta da separação do instituto (Previdência e Saúde) em 2018. Na época, os técnicos científicos do IPE tiveram um reajuste de 44%, os padrões inferiores de 33% e o padrão quatro de apenas 10%.

O deputado Matheus Gomes lembrou que a Assembleia vai discutir o aumento dos salários mais altos e não deve esquecer daqueles que recebem menos. “O parlamento vai votar o reajuste para o alto escalão nas próximas semanas. É justo que pense também em quem está na base”, ponderou.

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