
Vini recebeu a 10 para jogar o amistoso. Foto: Joilson Marconne/CBF
Ainda sob o comando do técnico interino Ramon Menezes, a seleção brasileira entrou em campo neste sábado (17) contra a Guiné, pelos amistosos da data Fifa. O que chamou a atenção, ainda antes da bola rolar, foi o uniforme utilizado pelos atletas, na cor preta. As camisas seriam uma forma de solidariedade à Vini Jr., que foi vítima de racismo na La Liga no último mês.
Esta foi a primeira vez que a seleção utilizou uniformes nesta cor. A escolha é um protesto contra o racismo no futebol. O caso que envolveu o nome de Vini Jr. ocorreu em um estádio espanhol, mesmo local em que é disputado o amistoso deste sábado. Na partida entre Real Madrid para o Valencia por 1 a 0, o brasileiro escutou insultos racistas vindos das arquibancadas.
Camisa 10! ✊?✊?
Boa sorte, @vinijr!
Representa a 10 como você bem sabe. Honre o manto do nosso eterno Rei @pele
Com racismo não tem jogo! A sua luta é a nossa luta.
E nesse dia histórico, em que a Seleção Brasileira usará uma camisa preta pela primeira vez, você vai usar a… pic.twitter.com/LD2T2pwY4j
— CBF Futebol (@CBF_Futebol) June 17, 2023
Para a disputa deste sábado, o técnico escolheu Ederson, Danilo, Éder Militão, Marquinhos, Ayrton Lucas, Casemiro, Joelinton, Lucas Paquetá, Vini. Jr, Rodrygo e Richarlison.
Antes da bola rolar, também houve um minuto de silêncio contra o racismo. O amistoso contra a Guiné é o primeiro disputado pela seleção nesta Data Fifa. O próxima é na terça-feira (20), às 16h, em Lisboa, contra Senegal.


