Foto: Maria Fernanda Chaves/RDC TV

A coletiva iniciou por volta das 10h, em um auditório do Palácio Piratini. O governador Eduardo Leite estava presente, junto do vice-governador, Gabriel Souza, dos secretários da Casa Civil, Artur Lemos, e da Saúde, Arita Bergmann e do procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa.

Eles lamentaram o descaso por parte dos profissionais do Samu que não cumpriam horário e apresentaram as medidas adotadas em resposta ao ocorrido. Dentre elas, a substituição de contratos emergenciais temporários por 17 postos de trabalho através da contratação emergencial de empresa, a instalação de catracas para regulação do expediente dos profissionais, além de monitoramento por gravação de imagens.

Durante a coletiva, Leite e as demais autoridades confirmaram que o enfermeiro visitou o gabinete do vice-governador ainda em abril para relatar os acontecimentos. Mas de acordo com eles, o servidor foi orientado por uma assessora a formalizar a denúncia, e não o fez. O vice-governador afirma que só teve conhecimento do caso em agosto, através de uma ligação, e imediatamente avisou a secretária de Saúde.

Eduardo Leite reforçou que a sindicância aberta no final de agosto pela Secretaria Estadual de Saúde está apurando todas as informações do caso e dos envolvidos, e que os responsáveis serão devidamente punidos. Até o momento, o diretor da Central de Regulação da Secretaria Estadual de Saúde, Eduardo Elsade, e o coordenador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Jimmy Espinoza, foram afastados de seus cargos.

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