
Em ocasiões anteriores, o TCU já havia atestado a segurança das urnas, como após o segundo turno de votação, em novembro deste ano. Foto: Fábio Pozzebom / Agência Brasil
O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu na semana passada as últimas etapas da auditoria que conduziu sobre as Eleições Gerais de 2022 e reafirmou a segurança das urnas eletrônicas e de todo o processo eleitoral. Foram realizadas, ao todo, cinco fases de auditoria do processo eleitoral.
Em ocasiões anteriores, o TCU já havia atestado a segurança das urnas, como após o segundo turno de votação, em novembro deste ano. Nas fases mais recentes, o TCU avaliou aspectos sobre segurança da informação, debruçando-se sobre processos, procedimentos e sistemas da Justiça Eleitoral. A conclusão foi de que o “TSE está aderente às boas práticas internacionais”.
Na quinta fase, o TCU verificou a validade dos resultados das eleições divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foram verificados, ao todo, 4.577 boletins de urna, sorteados aleatoriamente e entregues fisicamente ao tribunal de contas, comparando mais de 9 milhões de informações, segundo o relatório final da auditoria.
A conclusão do relatório foi de que “ao final, não registou uma única divergência entre os dados constantes das urnas eletrônicas e aqueles divulgados como resultados das eleições gerais de 2022”.
Ainda assim, o TCU fez algumas recomendações, como o aperfeiçoamento do aplicativo Boletim na Mão, com melhorias na ferramenta que permite ao eleitor a leitura de QR codes presentes no boletim de urna.
Representantes do TCU acompanharam, desde o início, todas as etapas do Teste Público de Segurança (TPS) e fiscalizaram a gestão de incidentes, gestão de usuários do TSE e o desenvolvimento de softwares do sistema eletrônico de votação. Eles também participaram dos procedimentos preparatórios das eleições e dos Testes de Integridade.


