O Lisca “doido” acalmou. Depois de um trabalho de emergência no Vasco que não prosperou, o técnico gaúcho curte o final de ano com a família e não tem pressa para assumir uma nova equipe. Ele contou mais sobre esse seu momento em entrevista exclusiva ao RDC Esporte, veiculada nesta segunda-feira (27).

“O que mais faço são as coisas do dia a dia, da vida normal, de pai. Semana passada estive recebendo com minhas filhas uma premiação que elas receberam da escola, que geralmente não estou presente. Agora faço questão de ir, levo na escola, levo no laboratório, jogo vôlei com elas. É o lado ruim de treinador, que é perder isso”, revelou Lisca.

Marcado pelos trabalhos de recuperação de equipes, Lisca quer ter mais cuidado ao escolher próximos os desafios. Ele já recebeu sondagens e consultas para 2022, mas não tem pressa. “Eu estou aguardando. Já tive mais ansiedade. Preciso ter calma no planejamento de carreira. Tive muita calma para ir ao América, fiquei 9 meses parado, recebi muitos convites para não cair, 16 convites em 2019, mas disse que não. Tenho que mudar um pouco isso”, confessa o técnico.

Lisca ainda falou sobre o momento da dupla Gre-Nal, a ascensão de clubes emergentes no futebol brasileiro, técnicos estrangeiros, psicologia no esporte e muito mais. A entrevista pode ser conferida na íntegra no YouTube do RDC Esporte: https://www.youtube.com/watch?v=_KwT3VyfksI.

 

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