Foi aprovado o projeto de lei que prevê a disponibilidade de remédios, suplementos ou vitaminas para tratar imediatamente o paciente com coronavírus. O médico do posto de saúde poderá prescrever o que entender como o melhor tratamento, e o paciente decidirá se quer ou não seguir a recomendação do profissional. Com a prescrição em mãos, o cidadão poderá retirar, de graça, o remédio indicado.
O projeto de lei, de minha autoria, foi aprovado nesta segunda-feira (10/5) na Câmara de Vereadores e segue agora para sanção do prefeito Sebastião Melo. Que a essência do projeto seja replicada por todo o Brasil, sem politização. É importante destacar que o projeto não cita remédio A ou B, pois não sou médica. Afinal, os médicos estudam pelo menos 6 anos para fazerem isso com legitimidade.
O que está acontecendo há mais de um ano em Porto Alegre e no País precisa ter um fim. O cidadão vai ao posto de saúde com coronavírus, recebe dipirona e uma dose de “boa sorte”. O médico fica de mãos amarradas e o paciente esperando se entrará ou não para as tristes estatísticas.
Depois da sanção do prefeito, todos terão as mesmas condições de vencer o covid. Até então, apenas quem tem dinheiro para comprar determinados remédios poderia seguir o tratamento indicado pelo médico particular. Agora, a rede pública de Porto Alegre estará disponibilizando esses medicamentos. Isso chamo de tratamento imediato. Chega de esperar pela piora do paciente para depois dizer “ele poderia ter tomado isso ou aquilo”. Liberdade aos médicos, liberdade aos pacientes!


